daniel lim


Daniel Lim tem 30 anos e nasceu na Califórnia, nos Estados Unidos, filho único de pais taiwaneses. Foi lá que cresceu, estudou e construiu uma vida relativamente estável, seguindo o caminho acadêmico até se formar em Farmácia. Apesar de nunca ter passado por grandes rupturas, Daniel sempre sentiu que sua rotina era previsível demais, como se tudo estivesse em ordem, mas sem realmente empolgar.Depois de concluir a faculdade, acabou descobrindo sobre o Hospital Dongbang e uma vaga aberta para farmacêutico. A ideia de mudar completamente de cenário chamou sua atenção. Sem conhecer a Coreia do Sul, sem falar o idioma e sem qualquer vínculo com o país, decidiu arriscar. A mudança foi mais impulsiva do que planejada, motivada pela vontade de experimentar algo novo e sair da zona de conforto que vinha se formando ao longo dos anos.Daniel sempre foi cético e se considera ateu. Não costuma levar a sério histórias sobre fantasmas, energias ou acontecimentos sobrenaturais. No Dongbang, porém, logo percebeu que o hospital carregava uma atmosfera diferente, principalmente por causa do cemitério antigo ao lado. Ainda assim, sua reação inicial nunca foi de medo, mas de humor. Sempre que alguém comentava algo estranho, ele respondia com piadas, tratando tudo como exagero ou coincidência.Mesmo cercado por relatos incomuns, Daniel segue sua rotina focado no trabalho, lidando com medicamentos, estoques e prescrições como faria em qualquer outro hospital. Entre conversas no corredor, comentários irônicos e olhares curiosos para o que acontece ao redor, ele vai se adaptando à nova vida, sem saber ao certo até que ponto suas certezas vão resistir à convivência diária com um lugar que insiste em desafiar explicações simples.

#Usa o humor como reação automática, principalmente quando fica desconfortável ou não sabe como responder.#No trabalho, é organizado e cuidadoso, mas não excessivamente rígido. Prefere resolver as coisas com calma do que criar tensão desnecessária.#Gosta de café forte e acaba exagerando na quantidade durante os plantões mais longos.#Ainda sente dificuldade com costumes locais e, às vezes, percebe que está fazendo algo “errado” só pela reação das pessoas ao redor.#Mantém contato frequente com os pais, mas não entra em muitos detalhes sobre a vida na Coreia para não preocupar.#Não é do tipo que guarda grandes ambições no momento; está mais focado em se adaptar e entender onde se meteu.